14.10.09

Iluminação no Jardim

Com a iluminação adequada, você dá destaque a árvores, multiplica o colorido das flores, demarca caminhos, passeios, valoriza a fachada, e ainda consegue uma segurança a mais.

A iluminação de jardim deve tirar proveito de todos os recursos disponíveis para se atingir o objetivo desejado, seja somente segurança, seja valorizar as áreas de lazer, a área de esportes, ou somente apreciar o jardim.

Para cada tipo de uso existe um tipo ideal de luminária, os espetos são ideais para valorizar pequenos canteiros, já os balizadores demarcam bem os caminhos, os postes aumentam a área de iluminação própria para locais de prática de esportes, independente do tipo a variedade dos modelos é enorme, escolha o que mais combina com o seu estilo e a arquitetura do local.

As lâmpadas são as responsáveis diretas pelo sucesso de seu projeto e indicadas para cada tipo de luminária. São elas:
Incandescentes: com potência variando entre 60 e 150 watts, são mais baratas, mas têm uma vida útil menor se comparadas às outras. São usadas em qualquer tipo de luminária.
Halógenas: usadas nos projetores, pois permitem o fluxo de luz dirigido. Varia de 300 a 500 watts.
Fluorescente compacta: com potência de 9 watts, é econômica, pois consome 1/4 a menos de energia que a incandescente, e dura mais. É ideal para balizas e luminárias de vigia.
Lâmpada mista: com potência variando de 160 a 400 watts, seu tom esverdeado é ótimo para realçar a cor das plantas. Usada em postes ou projetores.
Vapor de mercúrio: outra opção para postes e projetores, com potência entre 80 e 400 watts. É também mais econômica e tem vida útil longa.
Vapor metálico: só 400 watts. Para projetores que dirigem o foco em grandes árvores e fachada da casa.
Vapor de sódio: potência de 70 a 400 watts, ótima para projetores, mas é desaconselhável para a iluminação de plantas por ter tom alaranjado.
Lâmpadas antiinseto: ideais para áreas de lazer e terraços. Recebem uma pintura especial amarela que impede a passagem de irradiações de ondas e, por conseqüência, não atraem insetos.

1.10.09

Lançamento em Taubaté




Venham conhecer o meu mais recente projeto, localizado em Taubaté-SP, na estrada de acesso a Pinda, elaborado em parceria com a Arquiteta Cibele Oliveira.
O Condomínio Privilege teve no seu desenvolvimento inúmeros diferenciais. De influência neoclássica, a arquitetura do conjunto tem linhas leves, com detalhes singulares e uma implantação cujas características são as inúmeras atividades de lazer, as praças temáticas, as quadras de esporte. O conjunto ainda conta com salão de jogos, academia, salão de festas, piscina, churrasqueiras. Todas estas características fazem deste condomínio um clube, o grande deferencial.
Na planta do apartamento a funcionalidade e o conforto são as diretrizes para a sua execução.
Para conhecer mais sobre este inovador empreendimento visite o site: http://www.taubateprivilege.com.br/

28.9.09

Painéis de Madeira no Jardim

Independente do tipo de madeira, formato, fixação, uso ou objetivo, os painéis de madeira são opções ótimas para compor com a arquitetura e o paisagismo, serve como elemento arquitetônico, ou siplesmente moldura para um quadro vivo. O uso de placas de xaxim, ou fibra de coco com plantas são elementos charmosos que valorizam ainda mais a área externa. Os principais cuidados que deve-se ter é em relação ao acabamento da madeira para que resista ao clima, e o tipo de vegetação utilizadas nas placas, sempre levando-se em consideração a insolação.

24.9.09

Green Building

O conceito de Green Building, ou, “edifício-verde“, surgiu na década de 70 na Europa e nos Estados Unidos. Este termo foi criado em função da crise energética que se encontrava o mundo decorrente da alta no valor do petróleo, como solução para a construção civil, e também com o objetivo de melhorar o uso dos recursos disponíveis e explorar formas alternativas de energia[1].
O conceito de sustentabilidade, ou desenvolvimento sustentável, que a partir dos anos 80 teve grande repercussão e sua expressão aplicada a várias áreas de estudos, primordialmente vinda da ecologia e do debate entre crescimento e preservação, se legitimou como o maior desafio deste século. Na Europa e Estados Unidos, a partir de 1987 a expressão desenvolvimento sustentável começou a se formar em um processo de legitimação e institucionalização normativa
[2]. No Brasil, a expressão sustentabilidade, foi aplicada a partir dos anos 90, na conferencia do rio, 1992[3].
Aplicada à construção este conceito alguns objetivos devem ser contemplados, e os principais pontos são a minimização do impacto ambiental, e a redução do consumo de água e energia elétrica, buscando assim novas formas de energia e de materiais, mais eficientes, e menos poluentes.
[1] BERTOLDI, Osmar. Idéias para uma metrópole sustentável. Curitiba: Esplendor, 2005.
[2] VEIGA, José Eli. Desenvolvimento Sustentável: O desafio do sáculo XXI. Rio de Janeiro: Garamond, 2008.
[3] VEIGA, José Eli. Meio Ambiente e Desenvolvimento. São Paulo: SENAC, 2006.

23.9.09

Jardins Pequenos e a Meia-Sombra















Na falta de espaço, o jardim acaba ficando recluso a uma pequena área, isto cada vez mais vem ocorrendo, independente da área, local e tamanho, ele está sempre presente para harmonizar o ambiente e melhorar a qualidade de nossa vida.

Nestes casos das imagens acima, a área destinada ao jardim era bem pequena e com pouca área de sol. Assim, o uso de plantas com estruturas verticais valorizam a área, elevam o olhar e aumentam o espaço horizontal. Incorporar elementos arquitetônicos ou acessórios de paisagismo, como os dormentes colocados na vertical, compõem com o visual clean e elegante.

No caso de jardins sombreados, mesclar as texturas das plantas e a paleta cromática solucionam o problema. Afinal, quem disse que jardim sombreado é problema! A paleta cromática do jardim de sombra é tão variada quanto um jardim de sol.