14.1.11

O Hospital do Futuro

Atualmente, os hospitais passam por uma nova fase de conceituação, que influi diretamente em seu projeto arquitetônico; não são transformações tão focadas e relacionadas aos seus aspectos físico-funcionais, mas, em suas particularidades, nos detalhes, na ambientação, nos aspectos de conforto ambiental e na sustentabilidade. Possuindo como objetivo principal conferir aos pacientes um ambiente propício para a sua cura; os projetos se apoiam em inúmeros estudos, que mostraram que o ambiente construído pode auxiliar de forma positiva ou negativa a sensação de bem-estar e o tratamento terapêutico dos pacientes.
O “Hospital do Futuro” não possui uma missão somente de cura ou, de tratamento da doença, ele desempenha uma função mais ampla. Dedica-se à formação continuada, como centro de ensino; desenvolve ação múltipla junto à sociedade, como instrumento de prevenção às doenças por meio de campanhas e atividades voltadas para a promoção à saúde e também possui uma vertente tecnológica e científica, como local de desenvolvimento de pesquisas focadas, na medicina, no paciente e até mesmo, na própria arquitetura.

29.10.10

Hospital Infantil de Pittsburgh of UPMC




Neste projeto, inspirador, o arquiteto vai além do convencional e transforma a experiência humana, a um nível espiritual. O arquiteto Bruno Zevi já mencionara antes o poder transformador do espaço arquitetônico, mas sempre que possível, parece que o arquiteto se esquece deste poder que tem nas mãos, com construções aleatórias, pobreza de estímulos, enfim, medíocres! Ainda bem que existem visionários em nosso ramo que nos traz de volta ao estado lúdico, artístico e transformador da arquitetura.
Convido a todos a visitarem o link abaixo, principalmente para quem pensa que a arquitetura hospitalar se restringe aos tons verde e branco, ao medo e à escuridão, à nossa realidade brasileira de hospitais, engana-se.


http://www.astorino.com/chp/

22.10.10

Finalmente Voltando

DE VOLTA!
A todos que me acompanham, gostaria de me desculpar pela ausência prolongada. Estive ausente durante todo esse tempo devido a fase final de minha defesa de dissertação de mestrado. E é com grande satisfação que divulgo que obtive um resultado positivo com a concretização de uma etapa. Agora irei buscar muito mais novidades, temas, debates, notícias para vocês.
Abraços.

11.11.09

Futebol e Arquitetura - Um encontro que deu certo. As futuras arenas sustentáveis dos jogos da COPA 2014

De acordo com o sistema norte-americano de certificação Leed, ainda não é possível criar um estádio verde, pois não existem recomendações para esse tipo de edifício. “Pelas informações que tenho, os estádios serão contemplados pelo Green Building Council só daqui a dez anos”, diz Vicente. Mas há mais de cinco a Fifa já pensa no assunto. As recomendações da entidade mundial do futebol estão em uma cartilha de 125 páginas, com orientações em aspectos como visibilidade, acessos, dimensões. Na página 17, um dos tópicos do primeiro capítulo é a sustentabilidade, que a Fifa chama de “green goal” (meta verde). “As metas principais do programa são a redução do consumo de água potável, a eliminação e/ou redução de resíduos, a criação de sistema de energia mais eficiente e o aumento da utilização de transportes públicos” nos eventos da entidade.

O green goal surgiu durante os preparativos para a Copa da Alemanha e orientou a especialização dos escritórios de arquitetura daquele país. Está aí por que conseguiram muito trabalho no Mundial da África do Sul, em 2010. E no Brasil também: por enquanto, em quatro dos 12 estádios há participação germânica. É uma briga de foice ainda em curso, atrás de honorários avaliados por baixo em 3 milhões a 4 milhões de reais.

Com a sustentabilidade presente no pacote da Fifa, todas as propostas tiveram que incluí-la. “É algo um pouco óbvio, que faz parte de todos os projetos atuais. E possui mais relações com a engenharia do que com a arquitetura”, pondera Hector Vigliecca, que está trabalhando nos estádios de Curitiba e Fortaleza. “
Vigliecca explica que no projeto para Curitiba não foi possível adaptar todas as noções básicas de sustentabilidade. “O estádio estava pronto: estamos desenhando somente um quarto do total”, lembra. Mas em Fortaleza todos os itens do cardápio da Fifa foram atendidos, com destaque para o uso de painéis fotovoltaicos. “A energia eólica é muito usada no Ceará e estamos tentando conectar a captação de energia solar com o vento”, ele diz.
fonte: PROJETODESIGNEdição 354 Agosto de 2009

8ª Bienal Internacional de Arquitetura

No Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, entre 31 de outubro e 6 de dezembro, acontece a 8ª BIA - Bienal Internacional de Arquitetura com o tema Ecos Urbanos.

Um dos principais objetivos da 8ª BIA é democratizar-se, tornar-se próxima do cidadão, da sua realidade, mostrando a ele o quanto a arquitetura e o urbanismo interferem no seu cotidiano.

Com o tema Ecos Urbanos, a Bienal discutirá a qualificação de áreas degradadas em centros urbanos a partir de megaeventos e usará a Copa de 2014 como pano de fundo. ECOS, a sigla de Espacialidade, Conectividade, Originalidade e Sustentabilidade – definem os quatro eixos que norteiam o conceito dessas mudanças
Um dos principais destaques dessa edição serão os Workshops que irão discutir a qualificação urbana em cidades-sede dos jogos da Copa de 2014 e o Fórum Permanente de Debates, com participações de grandes nomes da arquitetura internacional, que irão repensar e propor novas formas de planejar e projetar espaços de uso humano, diminuindo os impactos negativos no meio ambiente e promovendo uma sociedade saudável.

Já estão confirmados nomes como o suíço Jacques Herzog, o espanhol Jordi Farrando, os portugueses Nuno Portas e Manuel Graça Dias, o italiano Roberto Zancan, entre outros.