Atualmente, os hospitais passam por uma nova fase de conceituação, que influi diretamente em seu projeto arquitetônico; não são transformações tão focadas e relacionadas aos seus aspectos físico-funcionais, mas, em suas particularidades, nos detalhes, na ambientação, nos aspectos de conforto ambiental e na sustentabilidade. Possuindo como objetivo principal conferir aos pacientes um ambiente propício para a sua cura; os projetos se apoiam em inúmeros estudos, que mostraram que o ambiente construído pode auxiliar de forma positiva ou negativa a sensação de bem-estar e o tratamento terapêutico dos pacientes.
O “Hospital do Futuro” não possui uma missão somente de cura ou, de tratamento da doença, ele desempenha uma função mais ampla. Dedica-se à formação continuada, como centro de ensino; desenvolve ação múltipla junto à sociedade, como instrumento de prevenção às doenças por meio de campanhas e atividades voltadas para a promoção à saúde e também possui uma vertente tecnológica e científica, como local de desenvolvimento de pesquisas focadas, na medicina, no paciente e até mesmo, na própria arquitetura.
